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quinta-feira, 30 junho, 2022

Receita Federal libera consulta ao novo lote residual do Imposto de Renda

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A Receita Federal abre, a partir desta sexta-feira, dia 8 de fevereiro, às 9h, a consulta a um novo lote de restituições residuais de Imposto de Renda da Pessoa Física referentes aos anos de 2008 a 2018. A instituição informou que, a partir do dia 15 de fevereiro, 142.698 pessoas, contribuintes que caíram na malha fina e tiveram suas restituições liberadas, poderão sacar os recursos, que irão totalizar R$ 401 milhões.
A lista com os nomes estará disponível no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. O órgão oferece, ainda, aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.
As restituições terão correção de 5,68%, para o lote de 2018, a 107,8% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a entrega da declaração até este mês.
O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração no próximo dia 15. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento.
Para acessar as supostas inconsistências, basta ir à página da Receita Federal, no serviço e-CAC e verificar seu extrato. O contribuinte pode entregar uma declaração retificadora e regularizar sua situação com o Leão. O órgão federal passará, a partir de agora, a liberar lotes residuais, incluindo quem caiu na malha fina.
No lote estão incluídas pessoas que possuem prioridade para sacar o dinheiro, como idosos acima de 80 anos (4.498), entre 60 e 79 anos (27.767), com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave (2.815) e quem tem como principal renda, o magistério (8.682). Os principais erros no Imposto de Renda 2018 foram:
  • Omissões nos rendimentos apresentados;
  • Divergências geradas entre o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRRF) declarado e o informado na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF);
  • Erros nas informações sobre despesas médicas e possíveis falhas nas deduções de previdência oficial ou privada.
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