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quinta-feira, 24 junho, 2021

Pfizer vende vacina para Chile, Peru e México e cobra decisão do Brasil

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foto de ilustração / REUTERS/Dado Ruvic

O Ministério da Saúde tem só “alguns dias” para decidir sobre a compra da vacina da Covid da americana Pfizer. O prazo é dado pela Pfizer, que relata 95% de eficácia do produto em testes. O governo resiste diante do preço, da oferta de poucas doses e da necessidade de armazenar a menos 70ºC. Grande parte dos especialistas diz que poderia ser a alternativa, ao menos em grandes cidades, com bons refrigeradores. Após acordo com Estados Unidos e União Europeia, a Pfizer já negociou 54,3 milhões de doses com Peru, México e Chile.

A Pfizer, que atua em parceria com a alemã BioNTech, diz que o prazo da proposta ao governo está protegido por acordo de confidencialidade. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que é de sete dias e termina semana que vem. A empresa já fechou venda para mais de 30 nações.

Os países da América Latina com quem a Pfizer já fechou negócio preveem iniciar a vacinação este mês ou no início de 2021, conforme o aval dos órgãos regulatórios locais. O Reino Unido vacina a partir da próxima semana – cada pessoa deve tomar duas doses.

O número de doses disponíveis para o Brasil também está sob sigilo. A empresa diz que seria “capaz de imunizar milhões de brasileiros já no 1º semestre” de 2021. Para este ano, ela produzirá 50 milhões de doses; em 2021, será 1,3 bilhão. As doses são reservadas a “países que fecharam acordos antecipados”.

Fonte: Isto É

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