Auxílio Emergencial, consulta de aprovados da nova rodada: veja

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A nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial 2021 deve começar entre o próximo domingo ou segunda-feira para inscritos via aplicativo e site e cadastrados do CadÚnico. Logo a expectativa agora diz respeito a liberação do calendário que será publicado ainda nesta semana, bem como a lista com os novos aprovados do benefício.

Com relação aos aprovados para o pagamento do benefício a partir da semana que vem, a lista de consulta segue definida para o dia 1º de abril no Portal de Consultas da Dataprev. Ao checar as informações da Dataprev nesta terça-feira (30), ainda não consta qualquer atualização sobre a nova rodada de pagamentos.

A Dataprev é a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência que é a atual responsável pela validação dos dados dos inscritos do programa, para autorizar quem terá direito a nova rodada de pagamentos.

A consulta no portal da Dataprev é bem simples, basta seguir os passos:

Acesse o Portal de Consultas
Nome completo
Nome da mãe (caso não tenha registro de mãe, basta selecionar a opção Mãe desconhecida)
Data de nascimento
Clicar em não sou robô e enviar

Com relação as datas de pagamento, o auxílio começa ou neste domingo (4) ou na segunda-feira (5), conforme divulgou o presidente Jair Bolsonaro na última quinta-feira. Os primeiros pagamentos são destinados aos inscritos via aplicativo, site e CadÚnico.

O calendário do Bolsa Família segue o mesmo calendário do programa social, sendo disponibilizado nos 10 últimos dias úteis do mês. Veja o calendário do Bolsa Família à seguir.

Calendário de pagamentos do Bolsa Família

Abril

Final NIS Recebe a partir de
1 16/04
2 19/04
3 20/04
4 22/04
5 23/04
6 26/04
7 27/04
8 28/04
9 29/04
0 30/04

Maio

 

Final NIS Recebe a partir de
1 18/05
2 19/05
3 20/05
4 21/05
5 24/05
6 25/05
7 26/05
8 27/05
9 28/05
0 31/05

Junho

Final NIS Recebe a partir de
1 17/06
2 18/06
3 21/06
4 22/06
5 23/06
6 24/06
7 25/06
8 28/06
9 29/06
0 30/06

Julho

Final NIS Recebe a partir de
1 19/07
2 20/07
3 21/07
4 22/07
5 23/07
6 26/07
7 27/07
8 28/07
9 29/07
0 30/07
Critérios para receber o auxílio emergencial 2021

Trabalhadores informais;
Desempregados;
Microempreendedores individuais (MEI);
Contribuinte individual da Previdência Social;
Famílias com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 550) e renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300);
Para o público do Bolsa Família, segue valendo a regra quanto ao valor mais vantajoso a ser recebido entre o programa e o auxílio emergencial 2021;
Os integrantes do Bolsa Família receberão o benefício com maior parcela;

Quem não pode receber

Os trabalhadores formais continuam impedidos de solicitar o auxílio emergencial;
Cidadãos que recebam benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Programa Bolsa Família e do PIS/PASEP, não fazem parte do público que receberá as parcelas de R$ 250;
As pessoas que não movimentaram os valores do auxílio emergencial e sua extensão, disponibilizados na poupança digital em 2020, não terão direito ao novo benefício;
Quem estiver com o auxílio emergencial de 2020 cancelado no momento da avaliação de elegibilidade para 2021 também não receberá
Estão excluídos os residentes médicos, multiprofissionais, beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares.
Quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019, ou tinha em 31 de dezembro daquele ano a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil, ou tenha recebido em 2019 rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superior a R$ 40 mil, não poderá solicitar o novo benefício;
Pessoas com menos de 18 anos – exceto mães adolescentes;
Quem estiver no sistema carcerário em regime fechado ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de auxílio-reclusão;
Quem tiver indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte.
Fonte: Jornal Contábil

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